Pessoas que sempre passam por nós e nunca observamos como sofrem para alimentar sua família. Mais nunca paramos para analisar o porquê deles viverem assim. Pois são pessoas que não tiveram oportunidades na vida que por motivos maiores falta de tempo para estudar, mas sabe por que, pois tinham que trabalhar seja de qualquer forma para sobreviver mais não é tão fácil como se pensa eles não catam lixo porque querem mais sim por necessidade são seres humanos iguais a nos .
É do lixo que tiram seu sustendo e seu pão de cada dia e vivem dignamente sem deverem nada a ninguém...
Viva aos catadores de lixo por serem muito importantes, merecem mais reconhecimento espero que aproveitem e pensem sobre esse assunto que nunca tem fim ...
Abraço... Nayara Silva
essa musica mostra um pouco de tudo que falei... Cidadão De Papelão O Teatro Mágico
O cara que catava papelão pediu
Um pingado quente, em maus lençóis, nem voz
Nem terno, nem tampouco ternura
À margem de toda rua, sem identificação, sei não
Um homem de pedra, de pó, de pé no chão
De pé na cova, sem vocação, sem convicção
À margem de toda candura
À margem de toda candura
À margem de toda candura
Um cara, um papo, um sopapo, um papelão
Cria a dor, cria e atura
Cria a dor, cria e atura
Cria a dor, cria e atura
Cria a dor, cria e atura
O cara que catava papelão pediu
Um pingado quente, em maus lençóis, à sós
Nem farda, nem tampouco fartura
Sem papel, sem assinatura
Se reciclando vai, se vai
À margem de toda candura
À margem de toda candura
À margem de toda candura
Homem de pedra, de pó, de pé no chão
Não habita, se habitua
Não habita, se habitua
Não habita, se habitua
Não habita, se habitua
O cara que catava papelão pediu
Um pingado quente, em maus lençóis, nem voz
Nem terno, nem tampouco ternura
À margem de toda rua, sem identificação, sei não
Um homem de pedra, de pó, de pé no chão
De pé na cova, sem vocação, sem convicção
À margem de toda candura
À margem de toda candura
À margem de toda candura
Um cara, um papo, um sopapo, um papelão
Cria a dor, cria e atura
Cria a dor, cria e atura
Cria a dor, cria e atura
Cria a dor, cria e atura
O cara que catava papelão pediu
Um pingado quente, em maus lençóis, à sós
Nem farda, nem tampouco fartura
Sem papel, sem assinatura
Se reciclando vai, se vai
À margem de toda candura
À margem de toda candura
À margem de toda candura
Homem de pedra, de pó, de pé no chão
Não habita, se habitua
Não habita, se habitua
Não habita, se habitua
Não habita, se habitua

Um comentário:
Parabéns amiga por essa iniciativa viu gostei basante eles meresen respeito mesmo Você arassou Bjs.
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